Novas camisas da Seleção são sucesso de vendas

Créditos: Fernando Torres / CBF
Créditos: Fernando Torres / CBF
Créditos: Fernando Torres / CBF

A Seleção Brasileira estreou a nova Amarelinha com vitória nesta terça-feira (27). E além de dar sorte logo na sua primeira partida, diante da Alemanha, a camisa agradou e muito o torcedor. A #Brasileiragem é um sucesso absoluto! Em apenas três dias, o número de peças vendidas de toda a linha é excelente.

A história da Seleção Brasileira está contada através dos novos uniformes, com os títulos mundiais de 1958, nossa primeira conquista, e o tri do México em 1970 representados nas cores vivas da coleção. E a referência ao passado é um grande sucesso no presente com a Amarelinha e a Azul Celestial.

Camisas femininas e infantis, shorts, calças, casacos e jaquetas, uniformes pré-jogo e de treino… Toda a #Brasileiragem caiu no gosto do torcedor. Se compararmos os primeiros dias do lançamento dos uniformes de 2014 com os de 2018, em 1/3 do tempo de venda, foram duas vezes mais unidades comercializadas.

Na Amarelinha, o primeiro uniforme da Seleção, o tom da cor que mais representa o sucesso nos gramados foi batizado de Ouro Samba (Samba Gold). É o mais vibrante das últimas duas décadas. Essa nuance vem dos meados de 1970, época do Tricampeonato Mundial. Na parte de trás da nuca, uma faixa vertical na gola traz, depois de 50 anos, o azul de volta à camisa principal.

Os fios trilobais na parte externa das mangas refletem a luz e criam uma explosão de velocidade, agilidade letal e revelam a inovação da tecnologia Nike Fast Fit Vaporknit, que deixa o uniforme ainda mais leve. O modelo tem mais praticidade e muito menos fios do que os anteriores.

A camisa tem tecnologia antiaderente, que garante firmeza, ventilação e sequência dos movimentos. A textura costurada à trama reduz o peso e assegura a circulação de ar por toda a peça. Uma linha fina espaçada na parte interna aumenta o conforto e proporciona maior liberdade aos jogadores.

Os shorts azuis Vapor Match não têm costuras externas e foram produzidos com 55% a mais de tecido stretch, um convite à flexibilidade dos atletas. Com esse avanço, a Nike retirou a corda de ajuste à cintura, reduzindo o peso total. Já as meias brancas  Superlock somam um visual moderno a um design clássico: listras verdes e amarelas na altura da panturrilha.

O meião foi adequado para duas partes diferentes do corpo em que ele atua: uma estrutura para a região acima do tornozelo e outra para o pé. A parte superior se ajusta, perfeitamente, à perna. Os dois afastam o suor e facilitam a evaporação. Logo, a peça seca é 9% mais leve e a úmida chega a menos 40% do peso das usadas anteriormente.

A camisa azul da Seleção Brasileira recebeu o título de Azul Celestial (Soar Blue) e tem marca d’água, em estampa de mosaico, formada por estrelas que partem do escudo. Relembra dois importantes fatos marcados na história do nosso futebol: o Mundial da Suécia (1958), primeira vez em que o azul foi adotado, oficialmente, como a segunda cor da Seleção; e a primeira estrela a ser fincada no peito, uma honra oferecida apenas aos campeões do mundo. Os números, como na época da competição, voltam a ter a cor amarela. Calção branco e meias azuis completam o uniforme.

Coleção Seleção Brasileira 2018 completa

Camisa Pré-Jogo: Modelo Nike Vaporknit Navy tem a mesma estampa de raios usada na parte interna dos uniformes de jogo, traduzida em um grafismo que tem o escudo da Seleção no centro.

Jaqueta de Hino: É usada durante a execução do Hino Nacional Brasileiro. Reforça o Ouro Samba do primeiro uniforme e atualiza a versão tradicional com um corte moderno e visual único.

Treino: O uniforme de treino levam as mais modernas inovações da Nike a um novo patamar. Os designs Armory Navy e Volt surgiram a partir de uma pesquisa realizada com mais de 100 atletas de elite, que contribuíram com ideias e informações preciosas.

Camisa Nike Vaporknit Strike: Tem a mesma tecnologia antiaderente dos uniformes, com estrutura 12% mais ventilada, superleve (23% do peso reduzido) e caimento perfeito.

Camisa Nike Vaporknit Strike Drill: O tecido e o novo corte alinhado fazem a peça de 2018 ser 42% mais ventilada e 34% mais leve do que modelos anteriores.

Shorts Vaporknit Repel Strike: Mesma estrutura de peça única e sem costuras aplicada aos shorts dos uniformes. São 5% mais leves do que os de 2016.

Calça Vaporknit Strike: Os grandes avanços nas peças de treino também são vistos nessa calça. A estrutura levíssima, com tecido altamente flexível, oferece muita liberdade de movimentos. Calça Vaporknit Strike em números: 160,9% mais flexível, redução de 50% na quantidade de costuras, peso 23% mais baixo e absorção de suor 10% mais rápida.

CBF