Confirmado! Atacante Lucas Coelho é o novo reforço do ABC

unnamedVisando fortalecer a equipe abecedista para a sequência do Campeonato Brasileiro da Série B, a diretoria confirmou a contratação de mais um reforço, a do atacante Lucas Coelho. O atleta chegou a Natal nesta quarta-feira (21) e se apresenta ao Mais Querido nesta quinta-feira (22) para realização dos exames médicos e inícios dos treinamentos.

Lucas Coelho pertence ao Grêmio/RS, e vem por empréstimo até o término do Brasileiro. Na negociação, o jovem volante Jhonata, que pertence ao Clube do Povo, será emprestado ao clube gaúcho pelo período de 12 meses. Após o término do empréstimo, o Grêmio terá a preferência de compra de 50% dos direitos do atleta.

Conheça um pouco mais do atacante:

Nome: Lucas Heinzen Coelho
Nascimento: 20/07/1994 (22 anos)
Naturalidade: Lages/SC
Altura: 1m83  Peso:80kg
Posição: Atacante
Clubes: Grêmio/RS (2013/2015), Goiás/GO (2015), Grêmio/RS (2016), Avaí/SC (2016), Grêmio/RS (2017).

Assessoria de Imprensa do ABC

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‘Falta de calendário e salários atrasados são grandes desafios’, diz presidente da Fenapaf

Presidente da Fenapaf vê jogadores de futebol mais unidos em busca de melhorias – Divulgação
Presidente da Fenapaf vê jogadores de futebol mais unidos em busca de melhorias – Divulgação

Ex-jogador de futebol, ex-presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Norte (TJD-RN), presidente do Sindicato dos Atletas de Futebol do Rio Grande do Norte (Safern) e advogado especialista em direito desportivo. Com essas credenciais, Felipe Augusto Leite foi eleito, em 2016, mandatário máximo da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf). Ao PÓDIO, ele faz um balaço sobre seu primeiro ano à frente da entidade e avalia o atual cenário enfrentado pelos jogadores no Brasil.

PÓDIO – Você é o primeiro presidente da Fenapaf fora do eixo Rio-São Paulo. Acha que isso, de alguma forma, tem te ajudado a olhar um pouco mais pelos jogadores de centros menores?

Felipe Augusto Leite – Particularmente, sempre tive os olhos voltados para a grande maioria dos atletas, que ganham até cinco salários mínimos, ou seja, 96% do total. Como presidente, tenho direcionado os olhos da entidade para o mesmo foco.

PÓDIO – Você assumiu a presidência da entidade há pouco mais de um ano. Qual a sua avaliação e que balanço faz do seu mandato até o momento?

FAL – Estamos modernizando a entidade em todos os seus setores, inclusive, adquirimos nossa sede própria, aproximamos a Fenapaf das entidades ligadas ao esporte e unimos a categoria. Conseguimos conquistas inimagináveis e estão todas apresentadas no nosso site oficial e nas redes sociais. Como disse no meu discurso de posse, fui para a estrada fazer a Fenapaf ser conhecida e influente.

PÓDIO – Como jogador de futebol, você teve uma carreira relativamente curta, pendurou as chuteiras aos 23 anos. Por quê?

FAL – Sempre achei que o futebol era passageiro, efêmero. Conciliar os estudos com a profissão ainda é uma realidade distante no Brasil.

PÓDIO – Além de ter atuado profissionalmente, você é advogado na área esportiva há mais de 20 anos e já representou alguns jogadores. Essa vasta experiência em diversas áreas dentro do futebol tem te ajudado à frente do Fenapaf?

FAL – Minha administração se revela uma continuidade do que faço há 40 anos, desde quando entrei nas divisões de base do América-RN. Aliado à isso, minha formação acadêmica voltada ao futebol facilita a troca de experiências com os meus colegas em atividade. Nada no futebol é estranho ao que sempre desejei e realizei em toda a minha vida.

PÓDIO – Na sua avaliação, quais são os principais problemas enfrentados pelos jogadores do futebol brasileiro?

FAL – Tenho uma pesquisa no Estado do Rio Grande do Norte que revela uma realidade nacional: falta de calendário e salários atrasados estão no topo dos grandes desafios da categoria.

PÓDIO – A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou um relatório no ano passado, mostrando que 96% dos jogadores do futebol brasileiro ganham menos do que R$ 5 mil. Esse número é real ou a situação é ainda pior?

FAL – O número é real, a realidade é mais dura ainda, pois há descumprimento das obrigações sociais por 80% desses clubes.

PÓDIO – No futebol, mais do que em outras profissões, os jogadores recebem os vencimentos de forma curiosa: geralmente a maior parcela do salário é paga como direitos de imagem, o que livra o clube de arcar com um elevado valor de impostos. Por que essa prática é comum e a Fenapaf visa algum tipo de trabalho
nesse sentido?

FAL – A prática delituosa vem sendo bem enfrentada nos tribunais do trabalho pelo país. A Fenapaf sugeriu ao Congresso Nacional que extinga o direito de imagem para que todo o salário seja consignado no contrato.

PÓDIO – O Amazonas não possui um sindicato de jogadores. Como a Fenapaf trabalha em lugares assim? O que você sabe sobre a situações dos jogadores que atuam no Amazonas?

FAL – Temos um departamento que auxilia a categoria nos Estados em que não há sindicatos. Nosso jurídico é sempre acionado quando solicitado. Os repasses do direito de arena chegam aos atletas diretamente pela Fenapaf em curto prazo.

PÓDIO – Nos últimos anos os jogadores do futebol brasileiro tem mostrado um pouco mais de união, com a participação mais efetiva dos sindicatos. Houve, inclusive, um “barulho” muito grande em torno do Bom Senso FC, mas parece que o movimenta deu uma esfriada. Como você avalia o Bom Senso FC e esse interesse maior por parte dos jogadores em fazerem valer os seus direitos?

FAL – O Bom Senso foi um movimento de atletas que deixou sua contribuição e hoje estamos todos juntos dentro da Fenapaf. Criamos o “Clube de Capitães” e todos os assuntos relevantes são tratados pelos sindicatos, pela Fenapaf e pelo próprio Clube de Capitães. Há uma interação fantástica de toda a categoria. As conquistas são evidentes.

PÓDIO – Tramitam em Brasília a Lei Geral do Futebol Brasileiro e a nova Lei Geral do Desporto, além de mudanças propostas que alteram as regras atuais da Lei Pelé. Tudo isso sem contar a reforma trabalhista proposta pelo governo que atinge diretamente os jogadores de futebol. Quais são essas leis e o que elas pretendem alterar? Quem ganha e quem perde com as possíveis mudanças?

FAL – As duas propostas trazem temas complexos e que não interessam aos atletas. Fracionamento de férias e sua concessão em qualquer mês do ano fere de morte uma conquista história: as férias coletivas no recesso do calendário. É inadmissível dividir o repouso semanal remunerado em dois períodos de 12 horas. Demitir o atleta sem justa causa e obrigar o clube a pagar apenas 10% do saldo do contrato é um equívoco palmar. Acabar o direito de arena se revela um crime à categoria, se não bastasse inconstitucional. Não vamos melhorar o futebol brasileiro subtraindo as conquistas dos atletas ao
longo da história.

PÓDIO – No início deste mês a Fenapaf obteve uma vitória histórica no STJD. Na ocasião, o Santa Cruz foi punido com a perda de três pontos por inadimplência salarial. Caso a situação se repita com outros clubes, você acredita que podemos ver mais punições como esta no futebol brasileiro?

FAL – Não é interesse para a Fenapaf estar nas barras dos tribunais procurando punição aos clubes, todavia, acaso persista esse estado de desarrumação administrativa, o caminho a ser perseguido será o mesmo.

PÓDIO – Quais as dificuldades encontradas pela Fenapaf em lutar pelo direitos dos jogadores? É difícil negociar com tantos interesses em jogo, seja por parte de federações, clubes e
até mesmo televisão?

FAL – Não tenha dúvida que o jogo é pesado e os atores envolvidos, poderosos. A Fenapaf está no tabuleiro para contribuir com o engrandecimento do futebol brasileiro, com o incremento do número de torcedores, patrocinadores, qualidade do espetáculo, acesso da categoria ao mercado de trabalho digno, formação e educação de novos atletas, com a reconquista da hegemonia do futebol mundial. Para isto estamos sempre prontos para o diálogo com todos os responsáveis pelo negócio futebol. A Fenapaf sabe bem o seu lugar e suas obrigações. O protagonismo dos atletas será sempre colocado em relevo pela nossa administração.

Por André Tobias

Portal www.emtempo.com.br

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Endividados, clubes paulistas têm estádios leiloados e arriscam maior patrimônio

Guarani, Portuguesa, Comercial, Paulista e Portuguesa Santista estão entre os clubes que passam por esse tipo de dificuldade

Guarani, Portuguesa, Comercial, Paulista e Portuguesa Santista, clubes tradicionais do Estado de São Paulo, têm algo em comum. Todos estiveram recentemente, ou ainda estão, sob a ameaça de perder seus estádios por meio de leilão. Dívidas trabalhistas, tributárias ou com fornecedores colocam o patrimônio dessas associações em risco e “aguçam os sentidos” de um setor sempre interessado em grandes áreas: o imobiliário.

Reinaldo Fincatti, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), explica que o principal interesse do mercado imobiliário pelos estádios é o potencial de reutilização, ou seja, a transformação da arena em outro negócio, como grandes empreendimentos.

“Em geral, os estádios estão em locais nobres e de fácil acesso. São terrenos únicos, avantajados, praticamente inexistentes no tecido urbano”, explica Fincatti. “Para o mercado imobiliário, o preço do terreno vale mais do que a construção em si.’’

Em 2015, o Grupo Maxion arrematou o Brinco de Ouro da Princesa, estádio do Guarani, por R$ 105 milhões. Comprovando irregularidades no processo – o valor da compra era inferior à avaliação da Justiça Federal, de R$ 470 milhões -, o clube de Campinas anulou o leilão. Em seguida, conseguiu um acordo com a empresa MMG, que pertence ao Grupo Magnum. Neste acerto, o Guarani vai ceder o terreno do estádio para a construção de um complexo comercial/imobiliário.

Em contrapartida, o investidor vai pagar a dívida trabalhista do clube, que gira em torno de R$ 20 milhões, construir um CT, novo clube social e nova arena de 12 mil lugares na cidade. Além disso, vai patrocinar o clube por 130 meses com R$ 350 mil mensais. O Guarani vai transferir a posse do Brinco quando receber todas essas novas estruturas.

“Muitos clubes, incluindo o próprio Guarani, sofreram com administrações desastrosas, que comprometeram boa parte de seu patrimônio. Porém, a atual legislação esportiva, principalmente no que tange aos direitos econômicos de atletas, acaba punindo os clubes, tornando a atividade deficitária”, opina Palmeron Mendes, presidente do Guarani. “Leiloar o patrimônio não trará uma solução para o problema.”

TOMBAMENTO
Há situações, porém, em que arrematar um estádio em leilão não é oportunidade de negócio para potenciais investidores. Pode até se tornar forte dor de cabeça. São os casos daqueles que estão tombados ou em processo de tombamento.

O Palma Travassos, do Comercial, é patrimônio histórico de Ribeirão Preto. Principalmente por isso, todas as três tentativas de leilão realizadas, a última em 22 de maio, fracassaram. O lance mínimo de R$ 18,9 milhões para um bem avaliado em R$ 31,5 milhões não seduziu ninguém. “É sempre uma situação constrangedora, mas, diante desse quadro, praticamente não há risco de o estádio ser arrematado”, disse à reportagem do Estado o presidente do Conselho Deliberativo do clube, David Isaac.

Ele reclama que o Comercial tem passado por esse constrangimento por causa de dívida que se arrasta desde a década de 1960. São débitos fiscais, de FGTS, atualmente em cerca de R$ 3 milhões. “Temos tentado insistentemente negociar dentro da realidade do clube, espero que agora a gente consiga um acordo.”

O Jayme Cintra, do Paulista, passa por processo semelhante. Leilão realizado em 27 de maio por causa de dívida trabalhista de R$ 1,5 milhão terminou sem lance – o mínimo era de 50% dos R$ 35 milhões que o local foi avaliado. Isso porque, no fim de março, havia sido iniciado o procedimento que visa o tombamento parcial do estádio.

Esse processo de tombamento, aliás, pesou para que o juiz Jorge Luiz Souto Maior, da 3.ª Vara do Trabalho de Jundiaí, determinasse, um dia depois daquele pregão, o cancelamento do leilão. Como o Paulista tem várias outras dívidas, essa que deu origem ao leilão malsucedido foi enviada ao “condomínio de credores” do clube, que recebe gradativamente as pendências. “Todo dinheiro que ingressa no Paulista é automaticamente enviado para o condomínio e rateado entre eles”, diz Cláudio Levada, presidente do Conselho de Administração do clube.

Ele afasta a possibilidade de uma reviravolta da situação no curto prazo que leve a nova determinação de leilão, independentemente do tombamento. “Eu diria que não existe risco imediato. Mas é claro que, se as dívidas não forem pagas, permanece a possibilidade do arremate.”

Por Portal Futebol do Interior

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Presidente Judas Tadeu confirma reforço no ABC, Lucas Coelho, atacante

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(Foto: Divulgação)

Lucas Heinzen Coelho, mais conhecido como Lucas Coelho, jogador de apenas 23 anos deverá chegar para reforçar o time do ABC na Série B.

A vinda do jogador foi confirmada pelo presidente Judas Tadeu em entrevista ao Globo Esportivo Segunda Edição – Rádio Globo Natal.

Atualmente no Grêmio, o jogador vem através de uma transação envolvendo o volante Jhonata, atleta da base do ABC de apenas 16 anos.

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ABC Futebol Clube: Nota de Pesar

A diretoria do ABC Futebol Clube, em nome dos dirigentes, conselheiros, sócios e torcedores, manifesta seus sentimentos pelo falecimento da ex-governadora Wilma de Faria.

À frente da Prefeitura de Natal e do Governo do Estado, Dona Wilma “foi a governante que mais ajudou o Futebol potiguar, em especial ao ABC”, segundo o presidente Judas Tadeu Gurgel.

Enquanto prefeita, através de patrocínios pontuais em competições regionais e nacionais, ela patrocinou a divulgação de Natal através da camisa alvinegra, pelos campos do Brasil.

Como governadora, “D. Wilma foi essencial para a conclusão do Estádio Maria Lamas Farache, o Frasqueirão. Através de um convênio firmado com o Governo do Estado, o clube obteve os recursos para fazer o chamado campo de jogo”, lembrou o vice-presidente de Futebol, Leonardo Arruda.

Todos que fazem o ABC Futebol Clube externam os mais sinceros sentimentos pela perda e reconhecimento pela história e contribuição da Mais Querida Guerreira, que como último legado nos deixa a saudade.

Site do ABC Futebol Clube

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Lateral Romano diz ter sido pego de surpresa e espera definir futuro em breve

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Romano, lateral esquerdo prestes a deixar o ABC (Foto: Divulgação)

Campeão Potiguar 2017 pelo ABC e jogando praticamente todo o primeiro semestre como titular, o lateral-esquerdo Romano não está mais nos planos do técnico Geninho para a sequência da temporada. O anúncio foi feito pela diretoria do clube diretamente ao atleta, que agora está livre no mercado para negociar com outras equipes. Vale ressaltar que Romano segue treinando normalmente no time abecedista até definir seu futuro.

“Estava feliz aqui. Mesmo fora do time nos últimos jogos, vinha trabalhando duro para recuperar meu espaço. Fui pego de surpreso com essa notícia”, revelou.

Com a camisa alvinegra Romano participou de 20 partidas, entre Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Campeonato Potiguar, somando 10 vitórias e 5 empates. Também anotou um gol, de falta, no Clássico-Rei contra o América-RN.

Na temporada passada ele foi campeão da Série C do Brasileiro com o Boa Esporte, derrotando times tradicionais no caminho como Botafogo-PB, Juventude e Guarani. O jogador ainda foi eleito o melhor da posição na competição.

“No momento não queria ir embora, pois estou adaptado ao clube, cidade, e me sinto bem e confiante para voltar a fazer bons jogos e mostrar porque fui eleito o melhor lateral da Série C no ano passado”, completou o jogador.

Falcon Sports – Assessoria de Imprensa do jogador

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Consagrado na Europa, Cacau lamenta situação do futsal do RN: “Vergonha”

De férias em Natal, Cacau critica gestão à frente da Federação Norte-rio-grandense (FNFS) (Foto: Divulgação)
De férias em Natal, Cacau critica gestão à frente da Federação Norte-rio-grandense (FNFS) (Foto: Divulgação)

Eleito o segundo melhor de clubes do mundo, técnico do Kairat Almaty assume papel de oposição e critica gestão da federação de futsal do estado. “Temos matéria-prima, mas falta incentivo”

O Rio Grande do Norte tem um dos melhores técnicos de futsal do mundo, o Ricardo Sobral, o “Cacau”. No comando do Kairat Almaty, do Cazaquistão, já foi bicampeão europeu e, recentemente, foi eleito o segundo melhor treinador de clubes e o terceiro melhor de seleções do mundo pelo site Futsal Planet. Mesmo longe, se preocupa com a realidade do futsal no estado. De férias em Natal, o técnico falou sobre talentos potiguares que se perdem por causa da baixa estrutura oferecida no estado em contraponto à negociação do defensor Douglas Júnior para o Barcelona.

– Fico feliz pela proposta que o Douglas recebeu do Barcelona. Isso serve para incentivar os jovens atletas de futuro do Rio Grande Norte. Quem se dedicar e tiver oportunidade vai ter muito sucesso. Nós temos a matéria-prima. Isso aí ninguém pode negar. Precisamos de mais incentivo e Douglas é a maior prova disso – disse ao GloboEsporte.com.

O técnico aponta a má gestão da Federação Norte-rio-grandese de Futsal como culpada pela situação. A entidade promove competições estaduais, mas com pouca repercussão e estrutura. O Rio Grande do Norte não tem, por exemplo, nenhum participante na Taça Brasil Sub-15. Na visão de Cacau, os longos anos do mesmo grupo à frente da FNFS defasou a modalidade no estado e somente a participação de times com investimento, como o ABC/Nossa Terra, não basta.

Cacau também defende a criação da Liga Norte-rio-grandense de Futsal (LNF). Essa nova entidade está em processo de criação há cerca de um ano por gestores e profissionais insatisfeitos com o desenvolvimento da modalidade no estado. A ideia é apostar nas categorias de base e na maior participação das equipes do interior do estado.

– A gestão da FNFS está há mais de 20 anos no poder e eu nunca vi campeonatos juvenis e infantis terem repercussão no nosso estado. Estão acabados. Fizeram a fusão do ABC com o Nossa Terra, mas essa estrutura já vinha de Ceará-Mirim Nossa Terra, que é do Markênio Guedes. Usaram o ABC para dizer que tem um campeonato de alto nível. O Alecrim era de Lajes, não tinha nada a ver com o Alecrim daqui. Quem está convivendo com o nosso esporte sabe que isso é uma ilusão. É uma vergonha o nosso futsal. Graças a essa liga que está sendo criada e a FNDE (Federação Norte-rio-grandense do Desporto Escolar), através dos seus comandados, vem fazendo competições sub-12, sub-14, sub-15 e sub-17. Eu mesmo estive no Marista e acompanhei garotos com talento incrível, mas falta apoio. Faltam campeonatos federados. A Paraíba está indo disputar um Brasileiro e tem seis jogadores do Rio Grande do Norte. Por que o Rio Grande do Norte não tem essa licença para jogar? Sem campeonato não pode ir para o Brasileiro. Isso eu não tenho medo de falar. Não dependo do futsal do Rio Grande do Norte, mas sempre defendi e vou defender. Eu sei que a Confederação Brasileira de Futsal dá apoio a todas as categorias de futsal, e eu nunca vejo reflexo de nada aqui. Isso pra mim é uma vergonha. Eu sou oposição à gestão da federação por tudo que ela não fez pelo nosso futsal. Hoje, para alguém brilhar tem que sair daqui porque se ficar aqui não aparece – conta.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/rn/noticia

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